Marcelo Rogério: o dono do apito na FPF
Membro
da CEAF paulista teria influenciado em favor de ex-cunhado em curso de analista
Seguindo os passos do
pai, o saudoso Gustavo Caetano Rogério, que nas décadas de 80/90 colecionou
cargos na Federação Paulista de Futebol, inclusive a presidência da comissão de arbitragem e da
irmã Rita de Cassia Rogério que secretariava esta comissão com mãos de ferro, a
bola da vez é Marcelo Rogério, ex-árbitro do baixo clero que aos poucos foi
conquistando poder e hoje, mesmo constando como gerente do departamento de desenvolvimento da arbitragem no ornograma da FPF, segundo dizem, se tornou o verdadeiro dono do apito
paulista, relegando o argentino Patricio Hernan Loustau, seu chefe, ao papel de um mero
figurante que assina papéis, uma espécie de ‘Rainha da Inglaterra’.
Apesar de estar se
sentindo grande ao ponto de incomodar desafetos, Marcelo é gente boa, de amizade fácil, mas como muitos,
não esta preparado para as críticas que todo gestor é passível
de receber e leva para o coração. Por conta disso, já é esperado uma reação, que vá
tentar minimizar ou desqualificar a matéria ou realizar uma caça às bruxas ou
até mesmo chamar de traidor todo mundo próximo a ele, mas pelo menos essa é a
informação que o Blog recebeu de um ex-integrante da Ceaf paulista que dividiu
o ar condicionado com ele e que sofreu com a arrogância e os modus operandi de
Marcelo.
O Blog contatou alguns
árbitros para checar a denúncia, muitos deles temendo represálias não
retornaram o contato, mas alguns, na condição de anonimato, não só confirmaram
as informações como deram detalhes dos bastidores da Ceaf paulista e até mesmo citaram
palavrões e comportamentos que poderia ser entendido como assédio moral, que não
citarei para evitar eventuais perseguições.
“Patrício está de olho
nele pelo fato de querer mandar em tudo. A relação entre eles está abalada”
– disse um árbitro.
Mas essa busca pelo poder
e de se manter em evidencia não é novidade em se falando da família. Outra
característica da família ‘Rogério’ é que, pelo trabalho de excelência do pai,
respeitado por muitos até os dias de hoje, a irmã Rita de Cássia que trabalhou
por anos na comissão de arbitragem da FPF, quando está ainda tinha sede no
bairro da Bela Vista, em São Paulo, tem acesso livre no Edifício Rei Pelé e,
supostamente como é dito nos bastidores, teria informações privilegiadas que,
supostamente usaria em prol de suas empresas de arbitragem, tanto que,
segundo nossa fonte, tal fato teria ocasionado anos atras a demissão do
ex-árbitro José Henrique de Carvalho pelo fato de supostos vazamentos de
escalas de arbitragens mesmo antes da divulgação oficial por parte da FPF.
Em posse dessa
informação, além do prestigio junto aos árbitros, as empresas faziam suas
escalas utilizando os árbitros não utilizados pela FPF nos seus jogos
amadores. Na época, José Henrique, que era membro da comissão de
arbitragem da FPF e mantinha relações de trabalho com as empresas administradas
por Rita de Cássia Rogério, negou todas as insinuações.
Pelo que consta e ninguém esconde nos bastidores é que esse prestígio da família também estaria supostamente sendo usado por Marcelo Rogério que cresceu dentro da estrutura da FPF, ganhou poder imaginário e estaria influenciando decisões de outros departamentos. O Blog recebeu denúncia que o ex-árbitro Marcos Fabio Spironelli foi um dos alunos do curso de analista de arbitragem da Federação Paulista de Futebol, na segunda turma de 2025, mesmo não atendendo um dos pré-requisitos, o da escolaridade. Segundo requisitos do edital de 2023, para realizar o curso, o candidato deve ter ensino superior ou estar cursando.
Segundo informações publicas disponivel no site do TSE, quando foi candidato a vereador na cidade de Jarinu nas eleições de 2024, Marcos Fabio
Spironelli, que foi casado com Rita de Cássia, declarou ter ensino médio
completo, o que por si só deveria ser impeditivo para realizar o curso.
Segundo ainda a denúncia,
Marcelo Rogério, ex-cunhado de Spironelli e atual membro da Ceaf/FPF, supostamente teria
influenciado para que a inscrição fosse aceita mesmo não atendendo exigências do
edital.
Segundo nossa fonte, Marcos Spironelli não concluiu o curso, não foi diplomado e por esse motivo não vem sendo escalado.
O Blog entrou em contato com Marcelo Rogério, com a Corregedoria de Arbitragem e com a Academia da FPF. O Blog não conseguiu contato com Marcos Fabio Spironelli.
Nenhum deles respondeu o contato até o fechamento desta matéria e este post será atualizado caso isso ocorra.





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