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sexta-feira, 14 de junho de 2019


Safergs lava roupa suja em assembleia!

Auditoria externa deve apontar desvio de cerca de 400 mil das contas da entidade


No inicio da noite desta sexta-feira (14) será realizada assembleia geral extraordinária na sede do Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado do Rio Grande do Sul (Safergs). Como assunto principal a leitura do relatório da auditoria externa realizada nas contabilidades da entidade no período 2013 a 2017.

Segundo uma fonte em POA, o relatório vai apontar que aproximadamente 400 mil reais escoaram pelos ralos do sindicato com destino ignorado nesse período. Também segundo essa fonte, até mesmo o presidente da Federação Gaúcha de Futebol, Francisco Novelleto, será mencionado no relatório por conta de um suposto cheque de 125 mil reais, com recibo de 100 mil, do Safergs nominal a FGF assinado por Carlos Castro (Castrinho) e sacado na boca do caixa com destino também ignorado.

A fonte ainda disse que até mesmo o ex-presidente Ciro Camargo será citado por má gestão ou negligencia com as contas da entidade sendo que gastos em torno de 120 mil reais em seus mandatos não foram devidamente comprovados.

A reunião promete debates acirrados e ampla lavagem de roupa suja que pode até mesmo levar dirigentes e ex-dirigentes para a cadeia, tendo em vista que o relatório já foi entregue ao Ministério Publico e delegacias relacionadas a crimes contra o patrimônio.

Francisco Novelleto sendo homenageado pelo Safergs por "serviços prestados"  Crédito: Facebook

Este espaço esta aberto para quem foi citado ou tiver algo relevante a acrescentar sobre o assunto e voltara com mais detalhes assim que surgirem novas informações.

O que eles disseram

O Blog tentou contato com os citados na matéria, mas não recebeu retorno até a publicação desta postagem.

O presidente do Safergs, Maicon Zuge, disse que não tem informações sobre o relatório e que ficará sabendo somente na assembleia juntamente com os demais associados quando for apresentado pela empresa contratada.

"Contratamos uma empresa externa especializada justamente para não estar nos envolvendo com esse assunto. Não vamos acusar ninguém, mas usar o relatório da empresa para tomar as medidas cabíveis e necessárias para preservar os interesses da entidade" - disse Zuge.