Ex-integrante
da Comissão de Arbitragem recebe 200 mil de indenização da CBF
Em abril de 2022, a
Confederação Brasileira de Futebol demitiu funcionários que faziam parte do
departamento de arbitragem da entidade. Segundo a CBF, a medida fez parte do
processo de reestruturação do setor que era comandado por Wilson Luiz Seneme,
recém-empossado como presidente da Comissão de Arbitragem.
Na ocasião nove profissionais foram desligados, entre eles Sérgio Corrêa, responsável pelo VAR e um dos nomes mais antigos do departamento. Também foram dispensados Manoel Serapião Filho, responsável pela análise da arbitragem, Marcos Cabral Marinho, ouvidor, Cláudio Cerdeira, José Mocellin, Nilson Monção, Marta Magalhães (psicóloga), Almir Alves de Mello (responsável por cortes de vídeo do VAR) e Érika Krauss (logística).
A maioria deles acionou a
entidade na justiça, outros optaram por permanecer prestando serviços às federações e aos times de futebol e para evitar colisão com a CBF, não
acionaram a entidade, como Sérgio Corrêa que atualmente é funcionário da
Federação Paulista, ou retiraram a ação como Nilson Monção que é contratado do
Vasco da Gama.
Quem optou pela justiça
está ganhando suas ações e a CBF por sua vez como de praxe, vem tentando ganhar
tempo e recorrendo, mesmo sabendo que um dia terá que pagar as indenizações.
Uma delas, envolvendo
Almir Alves de Mello, que estava em grau de recursos, teve acordo entre as
partes. Com valor inicial de R$ 750 mil, a entidade encerrou a questão depositando
pouco mais de 200 mil reais na conta de Mello no final do ano passado.
O Blog tentou falar com Almir Alves de Mello, que durante o decorrer do processo abastecia o Blog com as informações e documentos da ação, mas se limitou a dizer que aguardava resposta do advogado e não respondeu mais o contato.
O Blog apurou a existência de clausula de confiabilidade no contrato de acordo firmado com a CBF.





Nenhum comentário:
Postar um comentário