Pesquisar este blog

quinta-feira, 5 de março de 2015

Jorge Rabello: "ANAF não respeita o Rio de Janeiro"

Jorge Fernando Rabello

Jorge Fernando Rabello, 57 anos, carioca da gema de Realengo, bairro de classe média da zona oeste do Rio de Janeiro, onde nasceu e viveu sua infância, saiu do casulo. O presidente da comissão de arbitragem do Rio de Janeiro, deu na ultima quarta-feira (04), uma longa entrevista ao site voz do apito, onde, além de responder varias perguntas, abordou mesmo que superficialmente assuntos polêmicos como a suposta adulteração de documentos no passado e fez algumas revelações, entre elas que pretende um dia ser presidente da Federação de Futebol do Rio de Janeiro.

Durante toda entrevista, com perguntas favoráveis é verdade, Rabello falou pausadamente e de forma serena, comportamento bem diferente do adotado no seu dia a dia na Ferj onde segundo alguns que gravitam ao seu redor, seus gritos com subordinados podem ser ouvido a longa distancia.

O entrevistado foi politico o tempo todo, em nenhum momento quis melindrar os desafetos, pois em mais de uma hora e cinquenta minutos de bate-papo, não se ouviu uma única critica sequer a Sérgio Corrêa, presidente da comissão de arbitragem da CBF e desafeto declarado do dirigente carioca.

Usando muito as frases 'terra arrasada' e 'só pra você ter uma ideia', Rabello se auto elogiou o tempo todo e diferentemente do tratamento cortes dispensado a Corrêa, foi duro com os dirigentes da ANAF e com os árbitros em geral, grupo que para ele não passa de um bando sem comando e incapazes de fazer algo em prol da categoria.

Vamos aos principais tópicos da entrevista.

Adicionais

Rabello criticou fortemente a forma como foi implantada a experiência dos adicionais pela CBF e afirmou que a função só acabou por problemas financeiros e não técnico como alguns gostam de afirmar. Já em relação ao Rio de Janeiro, deixou bem claro que foi unicamente por determinação do presidente da FERJ, Rubens Lopes, que mesmo após ouvir os argumentos favoráveis de Rabello, decidiu decretar o fim dos adicionais no menor estado da região sudeste do país.

Árbitro adicional não viu a bola entrar na partida entre Flamengo e Vasco no carioca de 2014

Direito de arena

O momento de maior lucides do dirigente foi quando já no finalzinho da entrevista defendeu uma participação maior dos árbitros nos problemas da categoria para que a profissão realmente seja alcançada de pleno direito. Rabello disse que a ANAF e os árbitros deveriam entrar mais forte na briga pela participação da exibição da sua imagem, o chamado direito de arena. Rabello diz que desde 1996 o Rio de Janeiro e São Paulo mantem ação sobre o assunto na justiça e lamentou que a categoria tenha sido derrotada em todas decisões. O dirigente também lamenta o fato de o magistrado entender que o árbitro não faz parte do espetáculo o igualando ao sorveteiro, ao bombeiro e ao massagista. Como argumento, Jorge Rabello sabiamente indaga se a emissora que transmite as partidas tem comentarista de sorveteiro, de bombeiro ou do massagista para mostrar a importância dos homens de preto que conta com profissionais contratados pelas emissoras para falar exclusivamente sobre eles.

ANAF

Em relação à Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF), apesar de dizer que não tem nada de pessoal contra o presidente Marco Martins,  Rabello diz não entender porque a entidade não respeita o Rio de Janeiro como se deve, porque ao lado de São Paulo, o estado tem o maior colégio eleitoral do país que vota na associação e afirma que uma eventual reaproximação só deve ocorrer quando o RJ tiver uma cadeira (cargo) no centro das decisões da entidade nacional dos árbitros.

Marco Martins permanecerá no comando da ANAF até 2018

Jerico

Em momento de descontração, segundo Rabello, já houve oportunidades onde Rubens Lopes, presidente da FERJ, disse que ele as vezes tem ideias de Jerico*. Também disse que ele próprio já se auto intitulou assim e mostrou bastante incomodo por ter sido taxado de professor Pardal quando colocava em pratica suas invenções como tempo técnico, arbitro atrás do gol, técnico de arbitragem entre outras.

* Jerico - Há um ditado popular que diz que quem faz alguma besteira teve uma ideia de Jerico. Segundo os letrados, a pronúncia correta é girico, mas a escrita é jerico, que na região nordeste do país é o mesmo que mula, burro, jumento. Ou seja, seria o mesmo que ideia de burro, mula ou jumento.

Documentos

Rabello procurou evitar o assunto o quanto pode e quando falou, foi de forma superficial para dizer que foi o maior erro da sua vida, mas que deu a volta por cima, pois para ele o duro não é cair e sim não ter força para se levantar.

Entenda

Em 2000, Jorge Rabello foi acusado de ter falsificado sua carteira de identidade para supostamente ingressar no quadro da FIFA no lugar do árbitro cearense Dacildo Mourão. Só que a manobra foi descoberta e denunciada antes que o fato se consumasse. A manobra chegou ao conhecimento da FIFA que determinou ao já falecido Armando Marques, presidente da CA-CBF à época, que tirasse Rabello da lista e colocasse outro nome.

Na época, o assunto foi tema discutido até na CPI do futebol onde em seu depoimento, o ex-arbitro Dacildo Mourão afirmou que Rabello falsificou o documento para reduzir em quatro anos a sua idade e com isso apitar por mais tempo, inclusive para ingressar no quadro da FIFA.

Depoimento de Dacildo Mourão para CPI do futebol em 2000

Veja abaixo a transcrição do depoimento de Dacildo Mourão dado à CPI do Futebol.:

"O SR. FRANCISCO DACILDO MOURÃO DE ALBUQUERQUE - São dois árbitros com idade alterada. Sr. Jorge Fernando Rabelo, árbitro carioca. Inclusive saiu uma matéria na Rede Globo de Televisão mostrando esse fato, ele alterou a idade em quatro anos. Pra quê? Pra entrar na FIFA, no meu lugar. Só que ele foi denunciado por alguém, que eu não sei quem foi. Chegou ao conhecimento da FIFA, e mandaram que o Sr. Armando Marques tirasse da relação do Sr. Rabelo e colocasse um outro. E o Sr. Rabelo... Recebi um documento, na minha casa, pelo correio, de São Paulo, anônimo, mas constando — eu achei interessante trazer esses dados — o nome também, o número de dois CPFs dele, que, segundo esse documento, seriam falsos. Dois CPFs de uma pessoa. Os números: o primeiro, +++.+++.+++/++. A data de nascimento desse seria 11/12/62. O segundo CPF: +++.+++.+++/++. A data de nascimento: 11/12/58, que seria a idade real. No caso, quatro anos de diferença que o cidadão tem aqui nos dois documentos." 

Sindicato

Jorge Rabello assumiu o Sindicato dos Árbitros Profissionais do Estado do Rio de Janeiro (Saperj) em 2004. Segundo ele, à época, a entidade era ‘terra arrasada’, que só existia no papel e com varias dividas a pagar. Onze anos depois, esta no terceiro mandato e jura que é o ultimo, pois conseguiu fazer da entidade um dos, senão o maior sindicato de árbitros do país. Para reforçar sua afirmação, revela números bastantes favoráveis.

Em uma parceria entre a FERJ e o Saperj que ele diz ser a única do país, 70% do patrocínio com a camisa dos árbitros são revertidas ao sindicato. Deste valor, 70% são destinados à administração do sindicato que além dos gastos normais de manutenção, paga a festa de final de ano dos associados onde é sorteado um carro zero km, a pré-temporada dos árbitros e as concentrações das equipes de arbitragem nos jogos finais do estadual. Os outros 30% são revertidos em dinheiro aos árbitros.

Em 2004, a entidade que preside distribuiu 32 mil reais de patrocínio aos árbitros e em 2014 este valor subiu para 150 mil reais.

Rabello diz que não tem oposição porque ao contrario que algumas pessoas tentam colocar, não existe voto de cabresto por ele ser presidente de comissão, que os associados tem todos os motivos para estarem satisfeitos porque dificilmente em algum lugar deste país se encontre uma entidade que tenha conquistado tantos benefícios pra categoria como ele conquistou para o sindicato.

O dirigente informou que através de um plano de investimento que vem desde 2011, o sindicato tem garantido 8 carros zero km para serem sorteados entre os associados nas próximas festas de final de ano.

E para finalizar, Rabello disse que quando sair das entidades que preside,  deixara um legado que é a volta da credibilidade da arbitragem carioca.

Você poderá ver a matéria original e ter acesso ao áudio da entrevista no seguinte link: http://www.vozdoapito.com.br/entrevista-com-jorge-rabello.php

Nota do Blog

Ouvi atentamente toda entrevista de Jorge Fernando Rabello, comungo de muitas coisas que foram ditas por ele, principalmente quando abordou o tema direito de arena, pois assim como ele, entendo que nossos dirigentes da arbitragem, que em sua grande maioria não passam de pelegos, que de uma forma ou de outra recebem beneficies dos patrões (CBF e Federações) para controlar seus pseudos liderados, um bando de árbitros sem compromissos com a categoria que com raríssimas exceções, não se preocupam com nada além do seu nariz a não ser com suas escalas. Mas se defendo algumas medidas do dirigente, contesto outras como a forma truculenta que trata seus subordinados e a falta de transparência na administração do sindicato.

Rabello disse na entrevista que a ANAF não respeita o Rio de Janeiro como se deve a nível nacional, concordo em parte com o que ele disse sobre o assunto apesar de achar que não é com ausência que mudara a situação e sim com participação ativa nos encontros da entidade para no campo das ideias e das conquistas fazer com que seus direitos e os direitos de seus representados sejam respeitados. Mesmo direito e respeito que ele não deu aos seus opositores local que nem sequer tiveram o direito de inscrever chapa na ultima eleição do Saperj. Pleito que está sendo contestado na justiça.

O que ele disse

Entrei em contato com Jorge Fernando Rabello o elogiando pela coragem na entrevista e fazendo algumas perguntas as quais prontamente e gentilmente respondeu e agradeço pela atenção. 

Veja abaixo. 

Blog do Marçal: Você disse na entrevista que através de um plano de investimento tem dinheiro pra sortear mais oito carros nas festas de final de ano e disse que ano passado não foi feito a festa e o sorteio por problemas de caixa da federação.  O dinheiro é do sindicato ou da federação e o dinheiro esta no caixa de quem?

Jorge Rabello: O plano de Investimento que teve início em 2011, só foi possível, em razão da Ferj ser a única entidade no Brasil a repassar verba de patrocínio nos uniformes dos árbitros para a entidade de classe dos árbitros, assim como o Saperj é o único sindicato no Brasil que repassa um percentual dessa verba para os árbitros. Em razão de problemas de fluxo financeiro houve um atraso de parte desse repasse, uma vez que, foram pagos aos árbitros R$ 150.000,00 em cotas de patrocínio no campeonato carioca 2014 no primeiro semestre, logo, observa-se que, ao invés de optarmos por guardar o repasse do primeiro semestre para a festa de final do ano, optamos por priorizar o pagamento aos árbitros. Sem a verba de patrocínio fica inviável a festa de final de ano no padrão em que realizamos nos últimos 7 anos, uma vez que, a única receita do Saperj é decorrente da anuidade paga pelos seus associados, já que, em razão da verba de patrocínio, isentamos os árbitros das categorias amadoras do recolhimento de 5% de suas taxas em favor da entidade. Para o ano de 2015 as coisas voltam a ocorrer dentro da normalidade, sem atrasos de taxas de arbitragem e com o retorno da nossa festa.

Blog do Marçal: As concentrações dos árbitros nos jogos finais não é pago pela Ferj? Segundo informações, a maior crise envolvendo a comissão de arbitragem que preside com Rubens Lopes seria justamente por conta da concentração. Rubinho era contra e você o peitou pagando com dinheiro do sindicato que teria inclusive acabado com sua demissão à época, fato contornado logo depois. O que é verdade e o que é mito nisso tudo.

Blog do Marçal: Como é determinado pela FIFA e seguido por suas entidades filiadas, inclui-se nesse caso a CBF, a verba com origem em contrato de patrocínio devem ser destinadas para investimento na formação e preparação dos árbitros. A Ferj vai um pouco alem e tambem repassa um percentual para a entidade de classe, logo, dentro dessa verba a ser repassada considera-se os custos referentes a pré-temporada, concentrações, gastos com instrutores físicos, treinamentos ao longo do ano e etc....

O resto é "Estória".

Blog do Marçal: Você foi muito feliz em dizer que daria até seu cargo na FERJ a Marcelo de Lima Henrique, segundo informações de bastidores, é justamente o que ele almeja para o futuro, assim como você almeja a FERJ.

Jorge Rabello: Embora nunca tenha conversado comigo a esse respeito, que bom saber que é um desejo dele, acho que a arbitragem carioca estará muito bem entregue.

Frase: “Democracia é quando eu mando em você, ditadura é quando você manda em mim” (Millôr Fernandes).

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Evandro Roman assina CPI da Petrobras
A criação de uma nova CPI da Petrobras recebeu o apoio de dezessete partidos na Câmara dos Deputados, entre eles oito da base governista


O requerimento para a criação da CPI da Petrobras apresentado na ultima terça-feira (3) pela oposição ficou com 182 assinaturas, nove a mais que o mínimo necessário e quatro a menos do que o divulgado pela oposição. Do total, 52 aliados de Dilma Rousseff apoiaram a criação da comissão. O PSD, partido do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, deu aval à comissão com 12 assinaturas, uma delas de Evandro Rogério Roman, representante da arbitragem Brasileira na câmara Federal.


Como esperado, o PT voltou a se recusar a apoiar a instalação de uma comissão específica para apurar o megaesquema de corrupção e pagamento de propina com recursos da estatal.

Entre os governistas – pelo menos no papel – além do Deputado Roman, estão os deputados Tiririca (PR-SP), novatos como Sérgio Reis (PRB-SP) e Clarissa Garotinho (PR-RJ) e já conhecidos adversários de Dilma Rousseff, como Jair Bolsonaro (PP-RJ).

O requerimento pede para que sejam investigadas denúncias de superfaturamento e gestão temerária na construção de refinarias no Brasil, como o Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj) e a Refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, a constituição e a operação irregulares de empresas subsidiárias e sociedades de propósito específico com o fim de praticar atos ilícitos; o superfaturamento e a gestão temerária na construção e afretamento de navios de transporte, navios-plataforma e navios-sonda; as irregularidades na operação da Sete Brasil e as irregularidades na venda de ativos da Petrobras na África.

Para uma CPI ser criada, são necessárias ao menos 171 assinaturas – número equivalente a 20% do total de deputados – e fato determinado.


Frase: “Ladrão julgando ladrão, 500 anos de corrupção” (Renato Araújo).

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

13º seminário da arbitragem catarinense


Nos dias 22, 23, 24 e 25 de janeiro, estive em Santa Catarina para cobrir o 13º seminário da arbitragem catarinense. O evento foi realizado no Kennedy Hotel que fica localizado no Município de São José, na grande Florianópolis.

Como sempre, a organização do seminário realizado pelo Sindicato dos Árbitros de Futebol do Estado de Santa Catarina (Sinafesc), presidido por Marco Antonio Martins foi o ponto alto do evento. Renomados instrutores e uma extensa agenda que foi cumprida a risca mostrou a capacidade da entidade em organizar grandes eventos.

Hotel com ótimas acomodações e a presença de importantes dirigentes do apito nacional como Delfim Peixoto, Sérgio Corrêa, Nilson Monção, Arthur Alves Junior, Marco Martins, Almir Mello, Wagner Rosa entre outros abrilhantaram o evento realizado para cerca de 150 árbitros e assistentes do quadro nacional e catarinense.

O seminário teve início na sexta-feira, com as palestras de Nilson Monção, vice-presidente da CA/CBF. Monção falou sobre ‘fatores que contribuem para o erro fatal ou não’ fazendo um paralelo dos problemas enfrentados tanto na arbitragem como fora dela que terminam por algum motivo em erros fatais. 

Logo depois foi a vez de Roberto Perassi, instrutor CBF que falou sobre ‘tocar a bola com a mão’ mostrando vídeos abordando assunto tão discutido no final do ano passado. Perassi é tido pela grande maioria que gravita na arbitragem brasileira como o melhor instrutor do país por conseguir aliar a ótima oratória, a didática, o profundo conhecimento da matéria e descontração em uma mesma palestra.

Arthur Alves Junior da palestra sobre profissionalização

Em seguida foi a vez de Arthur Alves Junior, Presidente do Sindicato dos Árbitros de Futebol doSão Paulo e membro da comissão de arbitragem da Federação Paulista de Futebol, dar palestra sobre a 'profissionalização da arbitragem'. Arthur que preside um sindicato regular conforme as leis deste país, além de se tornar um profundo conhecedor do assunto, é tido como a pessoa que mais entende sobre profissionalização da arbitragem no Brasil.

Novos árbitros

Em seguida foram diplomados os novos árbitros catarinenses, formados pela Escola Catarinense de Arbitragem Gilberto Nahas em parceria com a FCF e apresentado os uniformes que serão usados nesta temporada.

Uniformes para temporada 2015

Logo depois aconteceu o momento de maior emoção do evento, os árbitros Paulo Henrique de Godoy Bezerra, Jefferson Schmidt e Edmundo Nascimento, mais o assistente Angelo Rudimar Bechi foram homenageados pela ANAF e pelo Sinafesc por terem jubilados da arbitragem no final de 2014. Com exceção de Edmundo Nascimento, todos os demais estiveram presente acompanhados dos familiares para receberem as justas homenagens.

Paulo Godoy foi o primeiro homenageado, ele recebeu medalha da ANAF e placa do Sinafesc das mãos do seu pai, o ex-árbitro José Carlos Bezerra, que encerrou a carreira em 2005. Dona Ione, mãe de Paulo Godoy, a esposa Elvira e os filhos Caio e Taís também participaram da homenagem. Em seguida o homenageado foi Jefferson Schmidt, ele recebeu a medalha e placa das mãos de sua esposa Elvira acompanhada dos dois filhos do casal, Laís e Konrado.

Angelo Rudimar Bechi recebeu a medalha e placa comemorativa das mãos de sua esposa Eliete. O árbitro Edmundo Alves do Nascimento que também jubilou no final do ano passado, não compareceu para receber as homenagens. Após os comprimentos e a salva de palmas com todos de pé, foram apresentados vídeos com histórico na arbitragem e depoimentos de familiares e amigos homenageando os jubilados. Veja vídeo abaixo - imagens de Julio Cancellier.


Sérgio Corrêa da Silva, Presidente da CA/CBF, fechou o ciclo de palestras na sexta, afirmando que o futebol e a arbitragem sofreram profundas mutações. Corrêa também disse que a formação do árbitro requer disciplina, treinamentos e capacitação continuada, e, que o árbitro deve questionar-se a si próprio de quais são as suas qualidades positivas e onde deve se aprimorar.

No sábado foi realizado varias palestras, começando com o Dr. Mario Bertoncini do Tribunal de Justiça Desportiva de Santa Catarina, passando por Heber Roberto Lopes (FIFA) que falou sobre planejamento da Arbitragem e Roberto Perassi que fez sua segunda palestra falando sobre a regra 11 e seus conceitos.

Encerrando os trabalhos e o seminário, membros da Comissão de Arbitragem da FCF - Luiz Carlos Espindola, Fernando Lopez, Vayran da Silva Rosa, Junior Moresco e Rafael – mais o instrutor físico Jolmerson de Carvalho, passaram detalhes da sumula eletrônica que será usada no estadual de 2015. Também falaram dos testes físicos e teóricos realizados pelos árbitros e traçaram metas para esta temporada.

Marco Martins agradece a participação de todos e encerra semunário

O evento foi encerrado ao som da musica ‘somos amigos’ nas vozes de todos que estavam presente no salão de evento.

Conclusão: O 13º Seminário realizado pelo Sinafesc em parceira com a Federação Catarinense de Futebol foi um sucesso, superando todas as expectativas. Começando pelo hotel que apresentou excelentes acomodações e ótimo atendimento, passando pela logística perfeita do responsável pelo setor, o discreto e competente Vilson. Também elogiável o comportamento dos árbitros impecavelmente uniformizados  como se deve para uma ocasião como esta e dos demais participantes sempre atentos aos assuntos discutidos. 

Tudo só foi possível graças a ótima organização do evento com uma equipe afinada com os trabalhos, como as simpáticas Aline, Maira Labes e os colaboradores Jhony, Carlos Areas, Bruno Miller entre outros. Todos eles capitaneados pela competente Erica Klauss sob comando de Marco Martins.

Agradecimentos: Fica aqui meus agradecimentos publico a Marco Antônio Martins, Presidente do Sinafesc, pelo convite, estadia e pela recepção calorosa dispensada a minha pessoa. Também agradeço Erica Klauss que com o carinho de sempre me proporcionou momentos inesquecíveis de sabedoria e alegria por estar mais uma vez ao seu lado.

Fiquei muito feliz por ter revido os amigos, ter conhecido novas pessoas e ter feito novas amizades. Em especial Carlos Áreas, Maira Labes, Aline, Jhony e Bráulio Machado que em todos os momentos me trataram com simpatia, carinho e amizade.

Um dia desses eu volto. Brigaduuuuuuuuuu!

Frase: "Organização é o princípio de tudo, mantê-la significa competência". Alfredo Valente Júnior).

Veja abaixo algumas fotos do evento.