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segunda-feira, 16 de maio de 2022

Federação Catarinense reelege Rubens Angelotti para mandato 2023/27

Marco Martins, ex-árbitro e ex-presidente da ANAF, também foi reeleito como um dos cinco vices

Rubens Angelotti - Crédito: FCF

A Federação Catarinense de Futebol (FCF) realizou no dia 30 de Abril, eleição da nova Diretoria e do Conselho Fiscal e por aclamação, o presidente Rubens Angelotti foi reeleito presidente para o mandato de 12 de abril de 2023 a 12 de abril de 2027.

A assembleia Geral Ordinária de Eleição foi realizada na sede da entidade em Balneário Camboriú, inaugurada em dezembro de 2008. A chapa eleita, “Inovação, Respeito e Transparência”, foi composta com o presidente Rubens Angelotti e seus cinco vice-presidentes: Carlos Fernando Crispim, Guilherme Cecchin, Marco Antonio Martins, Paulo Cesar Gonçalves e Ricardo Viana Hoffmann.

O Conselho Fiscal ficou formado pelos membros efetivos Antonio Carlos Censi Pimentel, Enio Gomes e Rodrigo Vieira Gallotti Nunes, e com os membros suplentes Ademar Ramthum, Osni José Contesini e Waldir Waldemiro Weinrich.

Assembleia de eleição - Crédito: FCF

Rubens Renato Angelotti é natural de Curitiba, capital do Paraná, e foi diretor de futebol do Criciúma Esporte Clube até 2012. Em 2015 foi eleito vice-presidente da Federação Catarinense de Futebol (FCF) e assumiu a presidência substituindo Delfim Pádua Peixoto Filho, que veio a falecer no acidente aéreo com a delegação da Chapecoense em 2016. Em 2018, foi eleito presidente da FCF com mandato de 2019 a 2023.

“Assumi a Federação Catarinense de Futebol de forma inesperada e com uma responsabilidade grande. Foi um período de adaptação e aprendizado. Mantenho o meu compromisso de ajudar nossos clubes e ligas, de histórias memoráveis, a continuar vencendo os desafios que virão. Manteremos a dedicação, a lealdade e o respeito a todos” - destacou o presidente após ser reeleito ao site da entidade.

A FCF conta em sua estrutura diretiva com cinco vice-presidentes, sendo que um deles é Marco Antônio Martins, ex-árbitro do quadro local e da CBF e ex-presidente da Associação Nacional dos Árbitros de Futebol (ANAF).

Presidente e vices eleitos - Crédito: FCF

Martins, que é um dos vices do atual mandato, preside desde meados de 2017, o departamento de arbitragem da entidade, onde vem realizando bom trabalho, principalmente na revelação de novos árbitros. Foi na sua gestão que o árbitro Ramon Abatti teve oportunidades para se firmar vindo a atuar em finais local e apitar grandes jogos pela Série A do Campeonato Brasileiro.

Sob seu comando e com total apoio do presidente Angelotti, também foram revelados Diego Cidral, Luiz Tisne entre outros tantos com talento que estão tendo oportunidades e logo farão parte da elite do futebol catarinense e brasileiro.

quinta-feira, 12 de maio de 2022

Você sabe quanto ganha um árbitro de futebol na Copa do Brasil de 2022?

Valor inicial de 2.3 por jogo ultrapassa 11 mil nas finais

Troféu da Copa do Brasil, concedido pela CBF - Crédito: Lucas Figueiredo/CBF

A Copa do Brasil, criada em 1989, disputada pelos clubes dos 26 estados brasileiros e pelo Distrito Federal, é uma competição nacional disputada nos moldes da Copa da Inglaterra, Taça de Portugal, Copa do Rei, Copa da Escócia, entre outras pelo mundo.

Inicialmente a Copa do Brasil foi disputada por 32 clubes, passou para 40 e cresceu até chegar em 69 no ano de 2000. Em 2001 passou a ter 64, número que se manteve até 2012. A partir de 2013, passou a ser disputada por 86 equipes e entre 2017 e 2020, foi disputada por 91 equipes. A partir de 2021, começou a ser disputada por 92 equipes, números que se mantém atualmente.

Como de costume, a Copa do Brasil será muito rentável para os clubes em 2022. A Confederação Brasileira de Futebol aumentou os valores em comparação a temporada passada. O campeão deste ano, por exemplo, receberá R$ 60 milhões, um incremento de R$ 4 milhões em relação à última edição, e o vice, R$ 25 milhões. Somando as fases anteriores, o vencedor pode embolsar um total de R$ 80 milhões.

Mas e os árbitros? Quantos ganham os profissionais para comandar partidas tão importantes, não só a nível esportivo, mas também financeiro. Segundo documento interno da CBF, obtido com exclusividade pelo Blog, as taxas de arbitragem têm valores insignificantes levando em consideração todo contexto da competição envolvendo prêmios aos clubes e salários dos jogadores, mas quantia bem razoável levando em consideração a importância do árbitro para o espetáculo, que inclusive pode ser realizado sem ele, e salário médio de um trabalhador comum.

Vamos aos números.

Na primeira e segunda fase da competição, o árbitro básico, recebe R$ 2.300,00 por jogo. Já o FIFA recebe R$ 2.720,00 e o assistente fica com 60% destes valores conforme sua categoria.

Por sua vez o quarto árbitro básico recebe R$ 575,00 e o FIFA R$ 680,00. O analista de campo recebe o mesmo valor pago ao quarto árbitro básico.

Os valores tem acréscimos conforme avança a competição. Na terceira fase a competição passa a contar com os clubes que disputam a Copa Libertadores.

Nas duas partidas finais, que serão disputadas nos dias 12 e 19 Outubro, os valores das taxas serão três vezes mais que o da fase inicial. Caso seja escalado um árbitro do quadro básico, possibilidade bem remota, este recebera R$ 7.980,00 enquanto um árbitro FIFA ficara com R$ 11.070,00 reais.

Veja os números completos abaixo.

Diárias e deslocamentos

As diárias variam de R$ 110,00 (até 100 km) a R$ 750,00 (acima 800 KM). Em caso de arbitragem local para clássico estadual, as diárias serão de R$ 750,00 reais em razão da obrigatoriedade de hospedagem um dia antes para equipe de arbitragem.

Os árbitros ainda receberão a título de deslocamento o valor de R$ 140,00 reais se residir em estado diferente de onde se realizara a partida e R$ 70,00 reais se local. As viagens com automóveis, serão ressarcidas com valor de R$ 0,80 por KM no trajeto ida e volta, mais pedágios. Caso viagem juntos, o valor será de R$ 1,50 por km rodado.

Segundo o documento, o árbitro VAR FIFA só recebera taxa equivalente a função quando estiver atuando na VOR. Caso esteja atuando em campo, recebera valores como árbitro básico. 

ANAF e os reajustes

O que disse a ANAF - Associação Nacional dos Árbitros de Futebol -: Segundo seu presidente, Salmo Valentim, a entidade solicitou, através de oficio, aumento de 50% em todas as taxas das competições nacionais.

"Faz-se necessária uma revisão do reajuste nas taxas de arbitragem. O aumento promovido em 2022 foi inferior ao praticado na temporada passada (5%) e ficou muito aquém da inflação nos últimos 12 meses (11,73%). A proposta é para que o reajuste imediato seja de 50% e extensivo a todos os profissionais do quadro nacional. Também pedimos a equiparação das taxas. No caso, para que assistentes, 4º árbitro, árbitro de vídeo e AVAR recebam o mesmo valor do árbitro central. É preciso considerar que um dos aspectos fundamentais para a motivação profissional é o retorno econômico e que o futebol brasileiro paga a menor taxa de arbitragem entre as principais ligas do mundo na atualidade".

Segundo apurado, a CBF não respondeu a ANAF até o fechamento desta matéria.

segunda-feira, 14 de março de 2022

Federação Alagoana não paga árbitros, descumpre acordo e fere estatuto do torcedor

Os valores atrasados referente Campeonato Alagoano e Copa Alagoas ultrapassa os 110 mil reais; Sindicato dos árbitros omisso se cala

O Campeonato Alagoano de 2022 completou sua primeira fase neste último final de semana. Disputado por oito equipes, até aqui foram realizadas vinte e oito partidas, validas pela primeira fase.

A arbitragem, composta por vinte profissionais, sendo oito árbitros e doze assistentes, comandada pelos ex-árbitros Charles Herbert e George Feitosa, vem realizando um ótimo trabalho dentro de campo, sem maiores reclamações e legitimando os resultados.

Mas se a arbitragem cumpre o seu papel, o mesmo não ocorre por parte da Federação Alagoana de Futebol (FAF) e Sindicato dos Árbitros (Sindafal), que não mediram esforços para trazer o mega star Néstor Pitana, árbitro da abertura e final da última Copa do Mundo, para uma palestra motivacional na pré-temporada, onde juraram amor eterno aos árbitros, prometeram apoio e agora sequer cumpre compromissos assumidos com os profissionais referente as taxas de arbitragens não pagando, até aqui, um centavo sequer dos valores devidos.

Veja o que determina o Estatuto do Torcedor quanto à remuneração dos profissionais da arbitragem:

Art. 30. É direito do torcedor que a arbitragem das competições desportivas seja independente, imparcial, previamente remunerada e isenta de pressões. Parágrafo único. A remuneração do árbitro e de seus auxiliares será de responsabilidade da entidade de administração do desporto ou da liga organizadora do evento esportivo.  

Acordo

Segundo um árbitro, que não será identificado para que não possa vir sofrer represálias, pelo acordo entre SINDAFAL e FAF, as taxas seriam quitadas a cada três rodadas e as despesas de alimentação e transporte seriam pagas nos vestiários, dependendo do público, ou no máximo na semana seguinte.

Para piorar a situação e demonstrar a falta de união do grupo, a fonte disse ao Blog que árbitros do quadro CBF, especialmente Denis Serafim e Brígida Cirilo, principais árbitros de Alagoas na atualidade, teriam dito nos bastidores, que não ‘estariam nem ai’ se as taxas do alagoano não estão sendo pagas, pois estariam com os bolsos cheios devido as taxas recebidas em jogos da CBF.

A título de informação, Serafim fez três jogos pela CBF e Brigida Cirilo atuou em duas partidas.

Os valores

Levando em consideração que nas escalas disponibilizadas pela CEAF/AL, todos os árbitros são classificados como FAF, a postagem usara o menor valor para levantamento dos atrasados, valores que podem ser acrescidos caso tenha sido respeitado as categorias descritas no documento referente taxas de arbitragem que diferencia os valores pagos aos árbitros locais, CBF e FIFA.

Campeonato Alagoano

Até aqui foram disputadas sete rodadas do estadual, com quatro jogos cada, sendo disputados vinte e oito partidas no total. Cada jogo, pelo valor básico, só de taxas de arbitragem, tem um custo de 2.800 reais e multiplicando pelos pelo total, a FAF deve aos árbitros o equivalente a R$ 78.400,00 só desta competição.

Copa Alagoas

A Copa Alagoas, segunda competição mais importante do estado, disputada por 14 equipes, distribui uma vaga na Copa do Brasil e uma vaga na Série D do campeonato brasileiro ao seu campeão. Nesta competição a arbitragem também não viu ainda a cor do dinheiro das taxas.

Já foram disputadas sete rodadas da primeira fase com sete jogos por rodada. Levando se em consideração o valor mais baixo da tabela das taxas (650,00 por jogo), o valor devido, só de taxas de arbitragem aos profissionais, soma 31.850,00 reais.

Somando as duas competições, os valores atingem R$110.250,00 reais devidos aos árbitros. Esses valores podem chegar a 150 mil reais caso seja respeitado os acréscimos por categorias dos árbitros e valores de despesas de transporte e alimentação que também não teriam sido pagas nos vestiários conforme acordo.

Segundo a fonte, os árbitros tem que aceitar calado a situação para não sofrerem represálias. A fonte disse ainda que o SINDAFAL é omisso com a situação devido seu presidente Silvio Acioli ter cargo na Secretaria de Esportes do Governo Estadual sob ordens do presidente da CEAF Charles Hebert que acumula o cargo de Secretário de Estado.

Silvio Acioli e seu chefe Charles Hebert

Portal da transparência do governo alagoano

O Blog procurou a comissão de arbitragem da Federação Alagoana de Futebol, mas não houve resposta até o fechamento desta matéria.

O Blog tentou, mas, por estar bloqueado, não conseguiu contatar Silvio Acioli, Presidente do Sindicato dos Árbitros de Alagoas e caso tenha alguma resposta, o post será atualizado.

Lambendo feridas do passado

Silvio Acioli não responde ao Blog devido não ter aceitado críticas ainda como árbitro na época de uma postagem de 2013 sobre o famoso ‘amigo teste’ (leia), na pista cavalar do futebol alagoano. Certamente o Blog não teria nenhum interesse em procurar o ex-árbitro, que já teria caído no esquecimento, assim como tanto outros, caso não fosse dirigente sindical, função que exige pessoa compenetrada em cumprir seu papel com a entidade e a ela servir e não dela se servir como trampolim, sem vaidades pessoal e que atue exclusivamente defendendo os interesses dos árbitros e não pessoal. 

A partir do momento que o árbitro tenha que procurar o Blog em vez de sua entidade de classe para que defenda seus direitos, esta perde toda sua legitimidade e o dirigente de plantão, caso tivesse hombridade, deveria renunciar por não estar mais cumprindo com seu dever para o qual foi eleito.


segunda-feira, 21 de fevereiro de 2022

Confederação do Futsal usa arbitragem para desafiar CBF

Em ato desesperado da cúpula administrativa da Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS), que insiste em não reconhecer a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) como a única entidade reconhecida pela FIFA para desenvolvimento e representatividade do futsal no Brasil, agora tenta, em ato desesperador, não permitir a formação do quadro nacional de arbitragem de futsal da CBF, proibindo, retaliando e até mesmo excluindo dos quadros estaduais e nacional quem atuar ou filiar-se em outra entidade.

A CBFS não aceita que ela já não é mais a detentora da modalidade e ao invés de desafiar a CBF através dos clubes e atletas, usa os árbitros, que no entendimento dela é o lado mais fraco desse duelo pelo poder.

Abaixo a nota da CBFS sobre o rumo da arbitragem nacional.

Já a nota da Associação Nacional de Oficiais de Arbitragem de Futsal (ANAFUTSAL), que ao invés de defender seus filiados, omite-se por ter sido fundada e ter em seu comando pessoas ligadas ou indicadas pela diretoria da CBFS.

A angústia pela tragédia anunciada é tão grande que quase que diariamente estão acontecendo reuniões, lives e pressão de dirigentes, de forma oficial e não oficial, como uma live divulgada, no site da CBFS, na última quinta-feira.

Veja matéria abaixo.

CBFS e Federações unidas!

Em reunião realizada na tarde de ontem (17/02) a Confederação Brasileira de Futsal e as Federações do Sul e Sudeste se reuniram para discutir assuntos pertinentes a Arbitragem nacional e dos referidos estados.

Ficando assim definido que os oficiais de arbitragem pertencentes aos quadros estaduais das Federações, assim como os que possuem o escudo CBFS, não poderão atuar na temporada 2022 em outras entidades ou competições que não tenham parceria com a CBFS.

A CBFS e as Federações continuarão pautadas na continuidade do trabalho desenvolvido, através da diretoria e comissões de arbitragem da CBFS e Federações de Futsal do Brasil, com ética e transparência que esta gestão sempre tratou. Enquanto não houver parceria, que é a união de objetivos em comum em prol do futsal brasileiro, não haverá entrega dos produtos formados pelo modelo federativo do futsal no Brasil.

Estiveram presente na reunião os Presidentes Marcos Antonio Madeira (CBFS), Marcio Leandro D´Avila (Federação Catarinense de Futsal), Manuel Mazaira Vasquez (Federação De Futsal do Rio de Janeiro), Ivan Rodrigues Dos Santos (Federação Gaúcha de Futsal), Jose Raimundo De Carvalho (Federação Mineira de Futebol de Salão), Jesuel Laureano Souza (Federação Paranaense de Futsal) e Nilton Cifuentes Romao (Federação Paulista de Futsal). 

Credito: Reprodução site/CBFS

A arbitragem antes abandonada pela CBFS agora é o grande centro das atenções, inclusive, no fim de semana foi disponibilizado o novo Livro Nacional de Regras de Futsal, elaborado pela CBFS e ao ser encaminhado por alguns diretores, veio com a frase: "nem a regra eles tem pronta, imagine árbitros".

Em defesa da arbitragem até o momento, apenas, as Ligas filiadas a ABLF - Associação Brasileira de Ligas de Futsal e a ANOAF - Associação Nacional dos Oficiais de Arbitragem de Futsal. Como estas entidades já reconheceram a CBF, liberaram seus árbitros para os cursos e atividades em que forem convidados.

O fato é que a briga só terá fim quando a CBF de fato e de direito anunciar com nomes e documentos a estrutura do futsal nacional.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2022

Árbitros acusam descontos irregulares no Sindicato do Amapá

Autoritarismo, arrogância e soberba marcam gestão de Enoque Pacheco; Árbitros cogitam convocar assembleia para destituição do atual presidente e sua diretoria

Presidente Enoque Pacheco com cara de poucos amigos - Credito: Facebook

Arbitragem no Amapá não é para amadores. Não bastassem os profissionais daquele estado receberem a menor taxa de arbitragem do país – cerca de 500 reais por jogo – e, até recentemente, levar anos para receberem atrasados, agora eles, segundo relatos, enfrentam uma suposta tirania na entidade de classe, vindas de um dirigente que eles elegeram justamente para defende-los.

Alguns árbitros, que manterei em anonimato para evitar represálias contra eles, procuraram este Blog relatando a forma arrogante, prepotente e antidemocrática que o atual presidente, Enoque Pacheco, trata os árbitros e administra a entidade. Eles também acusam a atual gestão de realizar descontos irregulares nas taxas de arbitragens e de não realizar prestação de contas.

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Segundo as informações e prints de conversas de whatsapp que o Blog teve acesso, de todos os valores pagos de taxas de arbitragens pela Federação, ao fazer repasses aos árbitros, o Sindicato desconta 5% de todas competições que ele tenha atuado pela FAF, mesmo sem ter havido uma assembleia para decidir sobre a cobrança que, inclusive é feita até mesmo de quem não é associado. Segundo ainda as informações, Enoque teria dito que os descontos seriam para pagar ISS - imposto Municipal - sobre valores das NF emitidas para a Federação Amapaense de Futebol (FAF).

Árbitros relatam que não tem acesso as Nfs para comprovarem o pagamento dos tributos e que os valores, já com os descontos, são depositados em suas contas bancarias sem qualquer recibo ou comprovante. Relatam também que, por não ter uma sede ou sala de reunião, dificilmente tem acesso aos dirigentes do sindicato, a não ser em reuniões no prédio da Federação, o que dificulta qualquer abordagem dos assuntos relacionados ao sindicato.




O Blog consultou um especialista que disse que as ações devem ser deliberadas em assembleias, principalmente as financeiras. Disse ainda que o sindicato tem a prerrogativa de não pagar árbitros não associados devolvendo dinheiro para quem repassou ou cobrar percentagens da taxas, até mesmo maior, desde que deliberado em assembleia.

Do Blog: Conforme determina a Lei nº 13.467/2017), o desconto das contribuições sindicais só pode ser efetivado com autorização prévia, expressa e individual.

Já o art. 150, VI, ‘c’ da Constituição Federal diz que: É vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios, instituir impostos sobre patrimônio, renda ou serviços das entidades sindicais dos trabalhadores

Portanto, segundo o art. 150 da CF, o Sindicato é isento de ISS e o desconto no repasse aos árbitros, se realmente estiver ocorrendo, seria um ato criminoso e ilegal.

Segundo relatos, o Sindicato estaria também descontando 15,00 reais a título de mensalidades, inclusive de quem não é associado e isso, além de ser ilegal, gerou grande revolta na arbitragem local.

Segundo ainda revelou as conversas de Whatsapp, que o Blog teve acesso (veja abaixo), Enoque teria dito que este ano só será escalado os árbitros que estiverem sindicalizados, pois ele e o Carlão, seu vice e ligado a direção da FAF, já teriam alinhado com o presidente da Federação. 


As conversas também revelam a arrogância e o descaso com que o dirigente trata os árbitros, que são, mesmo que involuntariamente, contribuintes da entidade.

Ao ser questionado para marcar reunião com os árbitros para discutirem os assuntos, o presidente Enoque Pacheco sempre concorda e diz que a data será marcada, porém, passado quase dois anos da posse e se aproximando do fim do mandato, nenhuma reunião especifica para tratar do assunto foi realizada nesta gestão.


Os prints foram borrados para evitar possível retaliação contra os arbitros.

Blog procurou, mas não localizou Neto Goés e Marilene da Matta, presidente da Federação e presidenta da Comissão de Arbitragem, para falarem das denuncias. Um dirigente da FAF, sob condições de anonimato, concordou em falar sobre os descontos nas taxas e sobre não escalar árbitros que não concordam com os descontos ou não sindicalizados. O dirigente disse que a Federação não concorda e não apoia a cobrança, que para ele é indevida, e que a entidade jamais deixaria de escalar um árbitro por não ser sindicalizado.

“O sindicato vem, desde o ano passado, fazendo descontos nas taxas dos árbitros, inclusive dos não sindicalizados e isso é crime. O jurídico da FAF, a Comissão de Arbitragem, e o presidente, não estão de acordo com os descontos. Aliás, o presidente nem sabe que isto está acontecendo” - disse o dirigente.

Quem é Enoque Pacheco

Enoque Pacheco, quando ainda era árbitro - Crédito: Facebook

Enoque Costa Pacheco nasceu em Mazagão, Município da Região Metropolitana da Capital Macapá, tem 35 anos (12/05/1986), foi árbitro do quadro local e da CBF, mas se viu obrigado a encerrar a carreira em 2020 por problemas físicos. Fora da arbitragem é Agente Penitenciário e proprietário de uma pequena empresa especializada em serviços a base de gesso.

Tornou-se presidente do Sindicato Estadual de Arbitragem de Futebol do Estado do Amapá (SEAFA) em 2020. A época, o então presidente Carlos Lima (Carlão),  sofria acusações de supostas interferências nas escalas por ser próximo ao presidente da Federação e por não realizar prestações de contas e convocar eleições sindicais, mesmo estando com mandato encerrado. Segundo informações, em uma suposta articulação para la de suspeita nos bastidores e sem qualquer transparência, foi realizado o pleito que elegeu Enoque, com Carlos Lima de vice, ignorando a lei que torna inelegível candidato a reeleição que não tenha realizado prestação de contas na sua gestão, como diz o parágrafo único do artigo 70 da Constituição Federal de 1988.

Segundo informações, Enoque Pacheco nunca foi unanimidade, sequer era popular entre os árbitros, mas como se propôs a administrar a entidade e prometeu que sua gestão seria diferente e resgataria a união e credibilidade da categoria, foi abraçado pelos árbitros e tido como esperança para resolver os assuntos sindicais pendentes, modernizar e democratizar a entidade. Mas no poder, não demorou muito para demonstrar outra cara e toda sua arrogância sendo hoje questionado por todos do quadro que querem logo por um fim em sua gestão.

Procurado para falar sobre as denuncias e reclamações dos árbitros, Enoque Pacheco, do alto de sua conhecida soberba e arrogância, sarcasticamente desdenhou da mensagem do Blog (veja abaixo).



quinta-feira, 3 de fevereiro de 2022

Federação Gaúcha de Futebol Salão pune árbitros que optaram pela CBF

Paraguassu Figueiredo - Chefe dos árbitros na CBFS - Crédito: Facebook

Em suposta retaliação aos profissionais de arbitragem, a federação gaúcha de futebol de salão, estaria punindo os árbitros que aceitaram convite para participarem de treinamentos visando integrar quadro de árbitros da CBF. Dos integrantes da relação nacional da CBFS do ano passado, apenas os árbitros Diego Goldani e Marlon Caleb Ortiz Menna e as cronometrista/anotadoras Karlla Cristina Souza Martins e Liana Silva de Araújo continuam no quadro.

Segundo informações, a determinação teria partido de Paraguassu Fisch de Figueiredo, atual mandatário da Comissão de Arbitragem da CBFS. Figueiredo é gaúcho de Passo Fundo, mora em Porto Alegre e tem um bom relacionamento com Elias Machado, atual diretor de arbitragem da FGFS e demais dirigentes da modalidade no estado.

Se os árbitros do salonismo do RS estão sofrendo suposto boicote, o mesmo, até o presente momento, não estaria ocorrendo com os catarinenses, pois os principais árbitros daquele estado também aceitaram o convite da CBF e não foram excluídos do quadro da CBFS. Por conta deste possível boicote, árbitros gaúchos da elite no cenário nacional, não poderão trabalhar por entidades oficiais no Rio Grande do Sul.

Márcia Mariko (quem é Ednaldo Rodrigues?!) - Crédito: FPFS

Márcia Mariko Nishimura de Moraes,  atual Diretora de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol de Salão e membro da Comissão de Arbitragem da CBFS,  estaria trabalhando forte nos bastidores pelo boicote à CBF e, segundo informações, em live ocorrida dias atrás, teria questionado em tom de deboche, quem era Ednaldo Rodrigues – atual presidente interino da Confederação Brasileira de Futebol - para intervir no salonismo nacional.

Supostamente como represália, a CBFS vem excluindo do seu quadro, os árbitros que estão aceitando atuar pela CBF e como consequência, os principais campeonatos do país vão perder a qualidade na arbitragem por não contar com esses profissionais. A pressão teria chegado até nos árbitros internacionais do quadro FIFA, mas nestes, a força e as punições não surtirão qualquer efeito, tendo em vista que a FIFA reconhece apenas a CBF como responsável pela modalidade.

Acima quadro CBF e abaixo quadro CBFS/RS, sem os árbitros que aderiram a CBF

O Blog não conseguiu os contatos de Paraguassu Figueiredo, Marcia Mariko e Elias Machado para que se posicionassem sobre o assunto. Caso isso ocorra e algum deles se pronuncie, este post será atualizado.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2021

CBF e Federação do Futsal brigam pelo comando da modalidade

Detentora oficial dos direitos da modalidade, CBF promete reestruturação a ser comandada por Sérgio Corrêa, atual chefe do VAR

É do conhecimento público que a FIFA reconhece a CBF - Confederação Brasileira de Futebol - como a única entidade no país para desenvolvimento e representatividade de suas modalidades que incluem futebol, futsal e beach soccer e assim é em todo lugar do mundo. As modalidades estão diretamente vinculadas as confederações de cada país, que por sua vez, estão ligadas à entidade máxima do futebol mundial.

No Brasil, no entanto, não é bem assim que funciona. A CBF, num passado recente, para não ter despesas e trabalho com essas modalidades, quase que sempre deficitárias, abriu mão da administração dessas modalidades e, por meio de Resolução da Presidência, transferiu à outras Confederações e assim, permanece até os dias de hoje, tanto no futsal, quanto no beach soccer. Permanece, mas pelo que tudo indica, este cenário deve mudar.

Segundo levantamento deste Blog, o beach soccer, conhecido popularmente como futebol de areia, está mais fácil da CBF retomar o comando, pois a Confederação de Beach Soccer do Brasil, está sendo administrada pelo grupo político liderado por Fernando Sarney, atual vice-presidente da CBF. Já no futsal, a briga é grande e está longe de ter um fim consensual. Oficialmente existe acordo para a CBFS - Confederação Brasileira de Futsal de Salão - continuar organizando a modalidade, mas nos bastidores, como mostram documentos abaixo, as coisas são bem diferentes.

Enterrada em dívidas, com problemas jurídicos e sem um plano real de resgaste da modalidade, a Confederação Brasileira de Futsal se vê obrigada a devolver a modalidade para sua real proprietária, a CBF, porém, a vaidade dos atuais dirigentes, alinhada à incapacidade de entender o processo legal, tenta confundir a opinião pública para distorcer o processo e os fatos.

Nestes últimos dias, um novo embate veio à luz do dia e desta vez, diretamente ligado à arbitragem. Sem querer chamar atenção, a Comissão de Arbitragem da CBF encaminhou à alguns árbitros, tanto da ABLF – Associação Brasileira de Ligas de Futsal, quanto da Confederação Brasileira de Futsal, e-mail convite solicitando o cadastramento destes profissionais como prestadores de serviços junto à CBF.

Alertada da investida da CBF em seus profissionais, de imediato a Confederação Brasileira de Futsal, através de seu presidente, Marcos Antônio Madeira, divulgou oficio informando desconhecer a iniciativa da CBF e reiterando que seguirá com sua preparação para 2022 (veja abaixo).

Juntamente com a circular, a Confederação Brasileira de Futsal divulgou nota iniciando processo junto às federações estaduais para que essas reunissem lideranças políticas e esportivas para a grande batalha por vir. A nota também pede as entidades estaduais que solicitem aos árbitros e anotadores que não respondam contato da CBF.

O pedido de boicote geral à CBF por parte dos árbitros, ganhou um importante aliado, à Confederação de Futsal através do seu diretor de arbitragem, Paraguassu Fish de Figueiredo, que inclusive, segundo informações, teria feito ameaças aos árbitros que integram o quadro nacional, tanto por telefone, como no grupo de waths do Departamento de Arbitragem da Entidade (Veja abaixo).

Segundo um especialista da modalidade, Paraguassu Figueiredo, que assim como outros na CBF, se perpetuou no cargo e nada mais oferece ao salonismo nacional e à arbitragem desta modalidade. Também não tem mais o prestígio e comando de antes, tanto que basta observar aos erros grotescos e até mesmo a ausência do árbitro mundialista em uma partida da Liga Nacional, em que ele não teve a mesma mão pesada de antes.

O fato é um só, a FIFA e a CONMEBOL pressionam a CBF para que está passe a administrar as modalidades e esse processo, que foi iniciado por Rogério Caboclo, pelo que parece, será levado a frente pelo atual presidente Ednaldo Rodrigues com personalidade e muita coragem.

Opinião de Blog

Sérgio Corrêa deve assumir o Futsal

O salonismo já deveria estar totalmente dentro da CBF, mas não está e por culpa da própria entidade que empurra a situação com a barriga a cada ano com a promessa de no próximo assumir de fato e de direito a modalidade. Desta vez e pelo que o Blog apurou, a novidade é que provavelmente a articulação e responsabilidade da reestruturação da modalidade estará sob responsabilidade de Sérgio Corrêa da Silva, ex-presidente da Comissão de Arbitragem da CBF, por duas vezes, e atual comandante do VAR.

O dirigente tem ampla experiência em gestão e no segmento e com certeza conseguirá reorganizar a modalidade, que está sucateada e abandonada.

Segundo apurado, a CBFS, através de seu presidente Marcos Antônio Madeira, teria determinado ao seu diretor de arbitragem, Paraguassu Figueiredo, a décadas no cargo, a proibição aos árbitros de se filiarem a CBF e supostamente os ameaçando junto as suas federações e escalas futuras. Na contramão, em nota oficial, a Associação Brasileira de Ligas de Futsal - ABLF -, não só apoia como autoriza seus árbitros a efetuarem o cadastro da CBF. A entidade reafirma sua confiança na reestruturaçao da modalida.

Os árbitros já estão sendo “aconselhados" a não responder e caso respondam…

Paraguassu Figueiredo - Crédito: Reprodução Youtube

O que eles disseram

O Blog não conseguiu contactar Marcos Antônio Madeira e nem Paraguassu Figueiredo, presidente e diretor de arbitragem respectivamente da CBFS. O Blog também procurou Sérgio Corrêa que não confirmou e nem desmentiu a informação, porém disse no momento não ter nada a declarar sobre o assunto.

O espaço esta aberto e caso um dos citados entre em contato, este post será atualizado.

segunda-feira, 20 de dezembro de 2021

Árbitro CBF revoltado com lista FIFA

Logo após divulgação do quadro FIFA 2022 pela CBF, Paulo Roberto Jr. postou desabafo no Instagram

Paulo Roberto Alves Júnior - Crédito: César Greco / Palmeiras

Cotado para ser promovido ao quadro FIFA nas duas últimas temporadas, o árbitro Paulo Roberto Alves Junior não digeriu mais um insucesso ao constatar que não fazia parte da lista internacional para próxima temporada. O paranaense fez questão de trazer sua insatisfação a luz do dia e para isso usou status da sua conta no Instagram para, mesmo de forma indireta, demonstrar sua frustração, revolta e sensação de injustiça.

Poucos minutos após a divulgação da lista internacional dos árbitros FIFA para 2022, sem constar seu nome e com a promoção do candango Sávio Pereira Sampaio, Paulo Jr. postou em seu instagram o seguinte comentário:

‘Viver é se entregar a uma aventura em que nem sempre vencemos. Mesmo que você sinta-se injustiçado e humilhado pelos tombos da vida, acredite que no FUTURO tudo ainda PODE DAR CERTO! Dizem que os humilhados serão EXALTADOS…'

Em uma segunda postagem escreveu a frase: 'SEGUIMOS'!

Se realmente sonha ser um dia exaltado, precisa descer do pedestal em que se encontra se achando o supra sumo da arbitragem. Precisa aprender a ter ética, respeitar a escolha dos seus superiores e reconhecer as qualidades do promovido. Precisa ainda tomar um banho de humildade para ser merecedor quando chegar sua vez. Condições e qualidades técnicas para isso tem de sobra, só precisa aprender a arbitrar com o apito e não usar palavras como flechas para abrir portas ou encurtar caminho.

Mesmo que a postagem não mencione nada que ligue ao fato de não ter sido promovido ao quadro FIFA, não tem nada também que demonstre ao contrario e que possa desmentir as informações de bastidores onde pessoas próximas confirmam seu descontentamento demonstrado na postagem no Instagram.

Mensagem postada no status de Paulo Roberto - Crédito: Reprodução Instagram

O representante comercial na área de laticínios, Paulo Roberto Alves Júnior, tem 38 anos (07/03/1983), nasceu em Curitiba, mas reside em Maringá, no noroeste paranaense. Formou-se árbitro em 2006, ingressou na CBF em 2012, estreou na Série A em 2015, sob comando de Sérgio Corrêa e subiu rapidamente na arbitragem apitando jogos das principais equipes do país de uma hora para outra. 

Com personalidade forte, estilo de enfrentamento com ares de arrogância e soberba, se tornou em pouco tempo o árbitro mais odiado pelos jogadores do país e por alguns colegas da arbitragem que, em off, confirmam todos os adjetivos citados acima.

O Blog enviou mensagem para Paulo Roberto, mas diferentemente do inicio da carreira, quando mandava mensagens se auto-elogiando e pedindo divulgação de matérias no site, desta vez não retornou contato.

O Blog também procurou a Comissão de Arbitragem da CBF, mas não recebeu retorno até o fechamento deste post que será atualizado caso a entidade ou o árbitro se pronunciem.

Atualizado 20/12/2021 - as 23:46hs

Após publicação do post, o árbitro Paulo Roberto retornou o contato. Segundo ele, realmente estava chateado, pois acreditava que seria indicado esse ano. Disse ainda que não tinha mais nada a declarar sobre o assunto.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2021

Corte no quadro de árbitros da FPF

Visando plano de carreira e renovação, Federação Paulista corta aproximadamente 100 árbitros para temporada 2022

Ana Paula Oliveira - Crédito: Instagram

A Comissão de Arbitragem da Federação Paulista de Futebol (FPF), através de sua presidente Ana Paula Oliveira, assim como na temporada passada, promoveu novo corte no quadro de árbitros, desta vez para a temporada 2022. A dirigente segue com a diretriz anunciada na sua posse no final de 2019 de melhorar a performance e buscar novos talentos para a renovação constante e necessária da arbitragem Paulista.

Considerando que o quadro da FPF recebeu quase 200 novos árbitros, formados nos últimos dois anos, pela Escola de Árbitros Flávio Iazeti, fica a certeza de que teremos muitos jovens árbitros atuando nas competições do próximo ano, o que já ocorreu este ano com as oportunidades dadas a talentos que estão sendo lapidados como Fabiano Monteiro dos Santos - 24 anos -, Gustavo Holanda Souza - 23 anos -, Matheus Delgado Candançan - 22 anos - e Pietro Dimitrof Stefanelli - 30 anos -. Todos eles com pouca idade, muito talento e atuando em alto nivel.

Seguindo o que propôs quando assumiu a arbitragem Paulista, Ana Paula vem observando aqueles que estão apenas ocupando espaço no quadro e não tem como inseri-los em um plano de carreira e assim optou pelo desligamento destes da relação de prestadores de serviços.

Certamente a medida trás efeitos colaterais como a injustiça com alguns árbitros que não tiveram as devidas oportunidades ou outros que se encontram em situações difíceis de cumprir alguns dos itens exigidos por conta das dificuldades que enfrentaram devido a pandemia do Coronavirus, mas o importante e quero deixar público, meus parabéns e apoio para a chefe da arbitragem Paulista pela coragem que vem gerindo a pasta com competência e profissionalismo.

Não cabe mais amadorismo na arbitragem, que é usada, com raríssimas exceções, como cabide de emprego para dirigentes e ex-árbitros incompetentes, com quadro cheio de profissionais com idade avançada, sem apresentar produtividade estendendo sua permanência na carreira apenas pelo status, material (uniformes) e míseras taxas em funções e escalas que deveriam ser usadas para dar oportunidades a novos árbitros buscando a renovação constante e necessária para a categoria.

As renovações: Fabiano Monteiro (24), Matheus Candançan (22) e Gustavo Souza (23) 

Falei via WhatsApp com Ana Paula. Segundo a dirigente, os critérios são os mesmos do ano passado que são:

1) desempenho técnico.

2) desempenho físico.

3) desempenho psicológico.

4) desempenho social (comportamental e social - corregedoria).

Ana ainda disse que nenhum profissional foi recusado somente por um item, que foi analisado individualmente cada um, inclusive o nível de comprometimento e a possibilidade de resposta evolutiva no desenvolvimento técnico e físico durante o processo e que foi analisado também o ano de formação.

Idade limite

Indaguei a dirigente sobre a permanecia e utilização de árbitros acima dos 45 anos. Ana disse que a comissão esta focada em performance, que o objetivo é ter um quadro de árbitros forte em todas as competições e que árbitros com idade avançada poderá permanecer, mas dependera de analise técnica da comissão.

"Gerir arbitragem de uma instituição como a FPF não é uma missão fácil" - Ana Paula Oliveira.

Obs. Ana Paula desconversou e não quis entrar em detalhes, mas segundo uma pessoa próxima à dirigente, ela não é entusiasta da utilização de árbitros após os 45 anos de idade e que isso só acontecerá em casos especiais onde o escalado traga a garantia  de alta performance aliada a garantia, em todos os aspectos e sentidos, para a comissão e para a partida.

E-mail enviado aos árbitros pela CEAF-FPF

Quem não teve sua inscrição aceita, recebeu e-mail de agradecimentos pelos serviços prestados e em casos específicos, ligação de um membro da comissão explicando os motivos da renúncia por parte da FPF da inscrição do mesmo.

Vamos aguardar quem fará o chororô, que já começou, mas assim como no ano passado e pela postura de APO, não adiantará nada!

Se voce recebeu o e-mail, The End para sua carreira!